quarta-feira, 18 de junho de 2014


O amoze, não entende como alguém pode gostar de tapioca. E, eu não entendo como pode um homem não gostar de futebol. Ele não apenas não curte. Ele, não tá nem aí pra “coisa”. Numa tapiocaria, enquanto a moça preparava meu pedido, conversava animada sobre a copa do mundo. Falou sobre o jogo da Argentina e o amoze respondeu como se tivesse conhecimento. Eu, fiquei até orgulhosa e pensei: _Ó o amoze, tá sabendo dos jogos da copa!! Pergunto pra ele de canto de boca: __Contra quem a Argentina jogou?? E, ele me responde também falando disfarçadamente pra moça não ouvir: __Não sei!!

Por um momento...apenas um momento, achei que ele andava assistindo ao jogos.

Já desisti de um dia vê-lo chegar em casa, cansado, suado, com a chuteira nas costas depois de uma partida de futebol. Não tenho mais essa fantasia.  Até porque o amoze não tem e nunca teve uma chuteira mesmo! Já transferi isso pro Arthur. Que vai gostar de futebol. Ha vai!!!!
Sim. Existe uma certa frustração minha nessa declaração
Aprendi a gostar de berço.  Filha orgulhosa de um homem que poderia ter sido um craque da seleção. Foi um craque em times que eram conhecidos por “Time do Basílio, do Arruda, Agua dos Patos, Escolinha, jogou contra os Baianos, Pereira, Fazenda Sete Mil e tantos outros.

Se eu não fui o piázinho que meu pai esperava, ele não se importou, pois eu era sua “companheirinha” , meu paizinho era o meu craque, fazia gols para mim, assistíamos jogos juntos!

Se, não consegui contagiar o amoze, também não fui totalmente contaminada por sua apatia a bola. Não assisto mais a jogos do campeonato brasileiro, mas a copa do mundo, pelo menos, os principais sim.

Fui uma criança que em dias de torneio, ficava a tarde toda num campo de futebol. Tudo bem que a minha maior motivação eram os picolés. Quando eu via a comemoração de um gol, eu sempre olhava pro campo, pois se fosse o pai que tivesse feito, tinha um thauzinho pra mim! Então, como não gostar? Agora é esperar pra receber outros tchauzinhos depois de gol marcado, só que agora do  meu filho, porque do marido: é ruim hein?!!
E, é para do avô de Jardim, o senhor Zé Português que o Arthur herdou o gosto e a intimidade pela bola. Para alegria da mamãe, que já tá pensando numa chuteira número 29!!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Fazendo bolo de fubá, após colocar todos os ingredientes no liquidificador, fui até a receita e conferi, para ver senão havia esquecido de algum item. Tudo certinho! Bati, acrescentei o fermento e coloquei na forma.

Depois de uns 10 minutos que estava assando, estava arrumando a bagunçinha da mesa e peguei um pote e me questionei__O que é isso?? __Oooooh Nãããõoooooooooooo!!!! O fubá e a farinha, esqueci de colocar. Separei, misturei os dois para peneirar e esqueci!!!
Pânico!! Desliga o forno, pega forma, despeja de volta no liquificador para acrescentar esses dois ingredientinhos que faltaram!

Não ficou saboroso como os anteriores, mas deu pra comer. O amoze me pediu para não contar pra ninguem. Não contei. Só escrevi!

terça-feira, 10 de junho de 2014


Sabe aqueles dias em que um sentimento enorme invade o coração e não importa o que se esteja fazendo, não se esquece? Hoje eu estou assim: completamente tomada, diria transbordante de gratidão!
__Pensem numa pessoa que tem “estrada” em coletar sangue para exames?__ Euzinha!
 Ha alguns dias na minha ultima desconfortável e sempre dolosa coleta, me encantei pela profissional, pois não senti nada. Nada mesmo! Senti apenas a pressão da amarra no braço, nada além disso. Peguei o nome dela e anotei, pois o dia que fosse necessário que o Arthur fizesse, gostaria que fosse com ela.
Pois bem: esse dia, chegou muito rápido e hoje o Arthur com 03 anos fez sua primeira coleta de sangue. Não foi necessário segura-lo, não chorou. Ficou observando “o truque” que a moça estava fazendo para tirar tinta do braço dele.
Foi ao encontro do papai todo orgulhoso mostrar o adesivo de desenho que a moça colocou no braço dele. E, avisou: para ganhar um igual tem que tirar tinta do braço!!
Isso é Deus cuidando de nós e dos nossos nos
detalhes!

segunda-feira, 26 de maio de 2014


 Toda mãe é divida em cuidado, razão e loucura! Tenho percebido que profissionais pediatras estão enxergando quase que só loucura em mim!! Nestes 03 anos do Arthur me deparei com: profissional, excelente hair desing. Muito preocupado com o tamanho do cabelo do meu filho! Com profissional, excelente vendedor de remédio “de marca”, que perdia tempo me convencendo de que o genérico e similar não prestam! E com excelente profissional, mas como ser humano quase um equino! Na minha ultima experiência eu retornei pra minha casa, quase convicta que deveria iniciar um tratamento psiquiátrico.

Não importa o que relatemos. Eles estudaram muito e ainda estudam e portanto sabem tudinho sobre as crianças, por isso são MÉDICOS PEDIATRAS. Nada é novidade e se for algo desconhecido daí o problema é da mãe, que é mulher e lôca!! Cheguei a visualizar o amoze fazendo a dançinha da vitória no consultório, enquanto o médico me dava uma “mijada” pq voltei com o Arthur na emergência pela segunda vez na mesma noite.
 Se eu fosse homem, penso que tambem que não veria com bom olhos um ser humano que gera uma vida dentro de si e se isso não bastasse, consegue fazer duas, tres, dez coisas ao mesmo tempo!
Como disse: nós mulheres e principalmente as mães temos uma parte loucura mas a maior é a do cuidado e isso nenhum ultra super MÉDICO PEDIATRA vai mudar, até porque eu não quero mesmo.

 

 

 

quinta-feira, 22 de maio de 2014


Arrependimentos. Quem não os tem? Por não ter feito. Por ter feito, ou por não ter feito melhor. Nos arrependemos de condutas, de escolhas, de palavras ditas em um momento de ira. Quem nunca reviveu uma situação, falando pra si mesma, repetindo o diálogo da maneira que pra nós soa mais apropriado .

Arrependimento. Tenho muitos! Coisas que se me fosse permitido voltar no tempo, eu mudaria, traçaria novos caminhos. Como por exemplo o investimento na vida profissional, aproveitaria ao máximo o gosto que sempre tive por estudar, por estar em uma sala de aula. Me preocuparia com minha aposentadoria e hoje estaria sussi com um excelente benefício. Mas, o que realmente eu mudaria, faria diferente, seria ter tido filho já no inicio do casamento, assim eu teria tido tempo de ter mais antes de ficar dodói.

O amoze, gosta de dizer que não existe “se”. Na minha vida existe um sim! “Se” tem uma coisa que nunca terei arrependimentos, será de não ter aproveitado a infância do Arthur, de não ter curtido com ele, brincado, perdido meu tempo com essa vidinha que Deus me deu.

É, disso que quero falar. De tempo com os filhos. Eles podem pedir brinquedos, passeios, guloseimas, mas tudo o que eles anseiam e ficam felizes é quando damos nosso tempo a eles. Sente no chão para brincar e veja a felicidade em seus rostinhos. Vá para a frente da TV e assista um episódio da Pepa, tire sarro dos porquinhos, imite-os. A única coisa que vai precisar e que irá gastar é o teu tempo. E o tempo como já sabemos é cruel! Cruel, porque não volta. Uma vez passado. Passou. Já era!

Nós mulheres teremos a vida toda, roupa suja no sexto, louça na pia, armário bagunçado. Agora, essa pessoínha, tão dependente logo cresce. Loguinho irá até sentir vergonha de nós. Não demora nada e não seremos mais vistas como uma super mamãe. Então, vamos aproveitar e fazer tudo que podemos agora, pois pode acontecer de que quando pudermos fazer já não seja importante pra eles!

Falo isso com a “autoridade” de quem praticamente morreu e por misericórdia de Deus pode agora “perder” o tempo com o filho, pois minha escala de valores e prioridades foram reorganizadas.
Saudade? Terei sempre. Tenho agora, nesse instante. Arrependimentos? Não!

 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

 
 
Enquanto nós como filhos estivermos dentro da casa de nossos
 pais, podemos ter 13, 18 ou 40 anos, o respeito, a obediência e a
 honra são devidos nas mesmas proporções. Por respeito a quem
me colocou no mundo e me dá o sustento físico, afetivo e moral 
eu obedeço e honro!
Portanto, minha obediência será proporcional a honra que tenho pelos meus pais!
Se antes dos 18 não faço por temor de perder a mesada e
regalias, depois também não o farei por honra a esse cara e essa
 mulher que continuam me alimentando, me vestindo, colocando
 créditos no meu celular.
 E, aos 20 quando eu já me bancar, for dona do meu nariz, da
 minha bunda, do meu corpo inteiro, também não farei.
 __Por que? __Por honra!
Porque amo esses véios bocós e porque amo a Deus.
Efésios 6.2 Honra a teu pai e tua mãe, que é o primeiro
 mandamento com promessa;
Efésios 6.3 Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre esta terra.
_Isso quer dizer que só vou poder fazer aquela tatoo irada na testa
 quando eu não mais morar com eles? __Não!
(Nada contra tatoo, amo tatoo)
Isso quer dizer que vc fará tudo na proporção da honra que vc tem a eles! E, em respeito a eles você irá se contentar com a tatoo no ceu da boca!

quinta-feira, 1 de maio de 2014


  
    Se esse mala sem alça, pançudo te deixasse o que voce estaria realmente perdendo?
   Primeiro o PAI de seus filhos ou de seus futuros filhos. Vc perderia o MARIDO, mudaria seu status para solteira, divorciada ou separada. Para os filhos é mais do que um status apenas.
OS SONHOS! Vc estaria enterrando todos os sonhos que sonhou desde que o conheceu. Vai perder de ser a PROTAGONISTA principal de uma linda história de amor, sonhos e superações! Perderá a oportunidade de provar ao mundo e as pessoas do mundo, que o amor contínua sendo mais forte que tudo!
 Vai perder de ser uma VITORIOSA! Vai perder de ser uma mulher VIRTUOSA! Vai perder de ser uma GUERREIRA que lutou para restaurar o que Deus lhe deu.
 Pois que ninguem tenha dúvidas de que possa ser restaurado, afinal, quando nós mulheres queremos realmente alguma coisa, nós conseguimos. Imagina  Deus estando conosco?!
Primeiro temos que querer. Depois crer, confiar e orar! Peça que Ele restaure seu marido, seu homem, o pai dos seus filhos. E, também ore pela restauração da esposa, da fêmea, da mulher, dos seus sonhos dos seus desejos e sentimentos!
E, espere Nele. Pois tudo acontece no tempo Dele e não quando queremos. “FÉ é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”. Hebreus 11.1