domingo, 17 de agosto de 2014

Família como é bom tê-los, saber que sempre estarão por perto. Não importa o que nos aconteça, que rumo nossa vida tome. Ela estará lá, a cada Natal, a cada comemoração. “Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a vocês.!
Romanos 12:10
 Nos enchemos as vezes, até entramos em algum atrito, discuti-se, bate-se de frente, fica-se magoado e chateado por alguns instantes, mas o coração da família é guerreiro, não se abate por qualquer piriquipaque, nem mesmo “infartos fulminantes” quando pensamos: agora foi... Foi nada! Nunca vai. Nunca irá. 
Por que o coração de família não guarda rancores, coração de família sabe perdoar e acima de tudo esquecer. Tem uma ótima memória, mas a usa para guardar o que é bom.
Temos saudade do Natal de quando éramos crianças, ou nossa saudade é de um tempo em que não éramos marido ou esposa, de um tempo em que éramos apenas “filhos”. Temos saudade de ontem, teremos saudade de hoje, loguinho estaremos relembrando os natais de quando nossos filhos eram pequenos e se Deus nos der a graça, também teremos boas lembranças dos natais de nossos netinhos.
Todos eles, sempre embalados pelo tum-tum desse coração! Que pode até ter uma disritmia (distúrbio de ritmo) ou mesmo arritmia ( falta de ritmo) que é totalmente sanada com um abraçodisfibrilador e se o caso for mais grave que seja necessário um remédio embaixo da língua, esse ao invés de ser colocado, terá que sair, ser pronunciado por nossas bocas : me perdõe?!
Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. “
Colossenses 3:13
Família são momentos e eu num momento bobeira, fiz uma estorinha com uma particularidade da minha.
FOTO DE FAMÍLIA
Isso acontece a cada Natal, aniversário, enfim, a cada foto. Quem está falando é a Ju, que agora é a fotógrafa oficial dos eventos familiares! Precisei apenas incluir o “passarinho” na estória.
_Gente, vem todo mundo pra cá, quero bater uma foto!
Dez minutos depois, após muita insistência, consegue reunir o povo no lugar desejado para a foto.
_Gente, olha o passarinho!!
 
_Nando, Ricca!!!! ( os gêmeos da família, os quase quarentões com comportamento de quatro, eles pegaram o passarinho e estão jogando o coitado de um lado pro outro)
_ Vamos lá...Douglas??!!! __Cadê o Douglas? ( o marido, achou que o passarinho estava com fome e foi alimentá-lo)
_ Aqui, olhem pra mim! Mãe?? Mããeee??!! (Tá na cozinha tentando pegar o passarinho pro Arthur)
A essas alturas já foi sugerido porque não colocam um aquário com um peixe pra olhar, ao invés de passarinho. O Arthur já está de saco cheio por que até agora ele não viu o passarinho. Eu, já estou injuriada, me perguntando porque tem que existir essa droga de passarinho!!
Ouve-se um grunhido abafado e percebe-se algumas penas no ar. Todos olham pra Ju e ela tá com aquela cara da menina do filme que vira o pescoço. Todos então se ligam que ela acabou com a raça do passarinho!!!Em silêncio todos fazem a pose para a foto, mas o pensamento é unânime: TADINHO DO PASSARINHO!!!!
 
 

terça-feira, 12 de agosto de 2014


    A criança dentro de mim, as vezes apronta: costumo ter fases comestíveis. Já passei pela de bolo Inglês, bolo de queijo, waffer de morango, biscoito de fécula. Essa última, foi a mais longa até agora, cheguei a ficar com o céu da boca machucado de tanto que comi!
    A do momento é de beijinho! Faço as “pelotonas” e como nas horas mais improprias, por exemplo agora, (01:15 min). A lombriga lembrou, tive que me levantar.
    Esses dias, estava muito frio e não quis ficar na cozinha. Levei para a cama sorrateiramente e comi embaixo do edredom, bem quietinha, porque se o amoze vise, teria um troço comigo, seguido de 03 tipos diferentes de ataque, quando constatasse que não era um sonho, que eu realmente estava comendo doce na cama de madrugada!
 
   Ele não sabe disso ainda, pois não contei. Como ele não lê as asneiras que escrevo, só se alguém contar..
   Acredito que essa alimentação fora de hora tem apurado alguns de meus sentidos.  Por exemplo, eu sei o que você está pensando enquanto lê isso: MAGRA DE RUIM!!

sábado, 2 de agosto de 2014

Morar em república "é o bicho"! Quem morou ou mora sabe disso. Pessoas em baixo de um mesmo teto que vieram de lugares diferentes, com opções diferentes, de política, religião e a até sexual. Com educação e valores diferentes que se tornam estopins de conflitos.



 
Com o tempo e muitos "pégas" aprendi que as pessoas são como caminhos. As vezes estão ótimos, em perfeito estado de conservação, tipo rodovia pedagiada. Outras, com muitos buracos, sem acostamento e sem sinalização!

Quando estamos seguindo por eles, sempre temos a opção de desviar, escolher outra rota ou apenas diminuir a velocidade e passar com cautela, bem devagarinho pois sabemos onde a velocidade deve ser diminuída para não danificar nosso carrinho, onde exatamente parar e tomar uma rota alternativa.
 Na convivência da república é parecido. Só de pensar, em ter que procurar um outro lugar pra morar, ou de ficar sem uma colaboradora para dividir o aluguel no final do mês, dá um frio na barriga! É uma preocupação que não queremos e não precisamos. Então, diminuímos a velocidade, contornamos, encontramos rotas alternativas. Solucionamos conflitos, abrimos mão de algo, muitas  vezes é preciso colocar  o orgulho no baú, para que se possa seguir sem estragar o "carro".  Não, que se deva concordar e aceitar qualquer situação mas  saber o que e quando falar.
Melhor é a repreensão feita abertamente do que o amor oculto. Quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos. (Provérbios 27:5-6)

 
Isso, eu exponho com experiência. Morei com gente doida, gente maluca, (eu também era, talvez ainda seja) gente que na época eu me questionava se eram mesmo seres humanos e cada uma delas me moldou em alguma coisa. E, todas juntas me ensinaram que parar, diminuir ou refazer o caminho é possível, menos complicado, evita-se perca de tempo, de amigos e de vida. Se sabemos que determinada frase ou até mesmo uma palavra irá desencadear um congestionamento, porque não parar? É claro, que sentimos vontade de abandonar a estrada, deixar o mato tomar conta! Só que quem vai perder somos nós, que deixamos de ter mais uma rota em nossas vidas, pois o caminho, continuará lá, sem entender porque ninguém mais passa nele.
 
Mesmo que eu não dê a manutenção que gostaria, mesmo que a paisagem mude, são caminhos que estão transitáveis. É chato recordar de alguns que abandonei. Que o mato tomou conta.