terça-feira, 29 de abril de 2014

Quem sou eu para julgar ou questionar o total de filhos de um casal? Posso orientá-los a não terem mais. Mas julgá-los pelas vidas que trouxeram. JAMAIS! Condicionar minha ajuda e humilha-los com questionamentos do tipo: __Pra quê tanto filho? JAMAIS!
Seria como perguntar a eles, quais filhos escolheriam para não nascer!
 Mas os cachorro eu posso.
__Pra que tanto cachorro? Como as pessoas com menos poder aquisitivo gostam de ter cachorro! Já reparam que todo morador de rua tem os seus? Nós, seres humanos “normais” achamos um absurdo. Mau podem se alimentar e arrumam mais bocas! Penso que estas pessoas são tão sem nada na vida que ter esses animais sempre por perto, mesmo sem terem nem mesmo as vezes comida para oferecer, preenche o vazio que nós deixamos em suas vidas. Não os tocamos, não gostamos do seu cheiro, condicionamos nossa ajuda a algo ou alguma coisa. Somos egoístas. Muitas vezes damos roupas que não usaríamos (velha demais, sem zíper, sem botão, looks dos tempos da brilhantina), calçados descolados, não porque são legais e sim porque precisam de cola mesmo, tênis sem cadarço. Se a pessoa não tem grana pra comprar um pão, o que nos leva a pensar que terá dinheiro pra cola e o cadarço?
Observando isso, me questionei como ainda nenhum político criou o “bolsa ração”?