Quem
sou eu para julgar ou questionar o total de filhos de um casal? Posso orientá-los
a não terem mais. Mas julgá-los pelas vidas que trouxeram. JAMAIS! Condicionar
minha ajuda e humilha-los com questionamentos do tipo: __Pra quê tanto filho?
JAMAIS!
Seria
como perguntar a eles, quais filhos escolheriam para não nascer!
Mas os cachorro eu posso.
__Pra
que tanto cachorro? Como as pessoas com menos poder aquisitivo gostam de ter
cachorro! Já reparam que todo morador de rua tem os seus? Nós, seres humanos “normais”
achamos um absurdo. Mau podem se alimentar e arrumam mais bocas! Penso que
estas pessoas são tão sem nada na vida que ter esses animais sempre por perto, mesmo
sem terem nem mesmo as vezes comida para oferecer, preenche o vazio que nós
deixamos em suas vidas. Não os tocamos, não gostamos do seu cheiro,
condicionamos nossa ajuda a algo ou alguma coisa. Somos egoístas. Muitas vezes
damos roupas que não usaríamos (velha demais, sem zíper, sem botão, looks dos
tempos da brilhantina), calçados descolados, não porque são legais e sim porque
precisam de cola mesmo, tênis sem cadarço. Se a pessoa não tem grana pra
comprar um pão, o que nos leva a pensar que terá dinheiro pra cola e o cadarço?
Observando
isso, me questionei como ainda nenhum político criou o “bolsa ração”?